Exposição/Oficinas

Projetando Passados
Memórias Visões Urbanas
Imagens das edições passadas do festival projetadas nas paredes de SP

EXPOSIÇÃO

Fábio Pazzini 
(São Paulo-SP)

18/06 (sexta-feira) – 20h-21h

10º Visões Urbanas – Festival Internacional de Dança em Paisagens Urbanas, realizado pela Cia Artesãos do Corpo em São Paulo. (Foto: Fábio Pazzini)

Imagens registradas, por Fabio Pazzini ao longo das 12 edições do Festival Visões Urbanas , em diversos espaços públicos, museus, parques, ruas e paisagens urbanas da cidade de São Paulo e que projetadas nas paredes de um edifício na Rua da Consolação, no contexto que estamos vivendo, revelam camadas e texturas atemporais sobre a relação corpo-cidade-memória.

Exposição realizada em parceria com o #Projetemos e tem como principal objetivo tocar a cidade e trazer, de alguma forma, a lembrança de que o lugar do Visões Urbanas é na rua.

exibição no Canal do Youtube da Cia. Artesãos do Corpo

ficha técnica

Curadoria e seleção: Mirtes Calheiros e Ederson Lopes
Fotos: Fabio Pazzini
Projeção: #Projetemos


Videodança

Pedro Senna Nunes
(Portugal)

20/06 (domingo) – 10h-13h – dia 1/2
27/06 (domingo) – 10h-13h – dia 2/2

inscrições aqui

vagas: 20 alunos

Introdução teórica e técnica dos princípios fundamentais do vídeodança, onde serão também partilhadas notas fundamentais sobre a dimensão laboratorial da oficina. Potencialidades e desafios da composição artesanal do movimento do corpo e da imagem. Visualização, análise e discussão de obras de videodança com diferentes abordagens, concepções e técnicas, incentivando os participantes a gerar um ponto de vista pessoal. Abordagem e identificação das linguagens das novas tecnologias e as suas potencialidades. Enquadramento e mapeamento de tecnologias e técnicas para a produção de vídeos de dança “portáteis”, deslocando assim a dança para espaços improváveis, urbanos e quotidianos e aproximando-a do nosso dia a dia.

No intervalo de dias entre as sessões da oficina os participantes irão realizar um exercício simples, através dos equipamentos individuais, através da aplicação dos conceitos propostos. Os exercícios de filmagem ocorrerão a partir de uma frase coreográfica, a ser trabalhada em grupo, através de um plano sequência e outro com montagem, passando pela idealização, planejamento, filmagem e edição.

A edição terá de decorrer em horário extra às sessões da oficina.

Professor: Pedro Senna Nunes (Portugal)

vagas: 20 alunos

 A quem se destina

Dirigido a todos os interessados em vídeo e dança – em especial estudantes e criadores, profissionais ou não-profissionais da área da dança, vídeo, arte, cinema, artes plásticas e artes performativas – que estejam motivados para refletir e planejar um possível projeto prático, como performers e/ou vídeo criadores. O workshop abordará questões como a percepção do espaço, corpo, imagem e movimento. Sensibilizar o olhar para além do que os nossos próprios olhos vêem e decompor o movimento, coreografando-o com a própria câmara.

Condições de Participação

Os participantes devem ter equipamento próprio (computador, câmara de vídeo, câmara fotográfica digital, câmara de celular, laptop, ou quaisquer outros materiais – vídeo footage, fotografias ou outros – que possam ser úteis para o trabalho; não esquecer cabos de ligação e carregadores de baterias). Participar com roupas e sapatos confortáveis.

Biografia

Pedro Sena Nunes nasceu em Lisboa em 1968. Terminou o Curso de Cinema em 1992 na Escola Superior Teatro e Cinema. Viajante e quatro vezes pai, realizador, produtor, fotógrafo, consultor artístico de projetos multidisciplinares e professor há 26 anos em diversas escolas de cinema e artes performativas, lecciona especialmente na área de realização e processos criativos. Foi Diretor Criativo da escola ETIC, onde ainda assume a coordenação pedagógica. Divide com a coreógrafa Ana Rita Barata a Co-Direção Artística da Associação VoArte, coordena vários projetos de formação com artistas emergentes e é responsável por alguns Festivais Interdisciplinares de Dança e Cinema: Festival InShadow, Festival InArt, Encontros de Cinema de Viana, Festival Documentário de Melgaço.

Co-fundou a Companhia Teatro Meridional, na qual foi responsável pela área cinema. Realizou numerosos documentários (destaque para o projeto Microcosmos, estão terminados 6 de uma série de 13 documentários sobre diversas províncias portuguesas), ficções e trabalhos experimentais em cinema e vídeo. Produziu mais de 100 spots publicitários para a televisão e rádio. Tem realizado vídeo-dança com diferentes coreógrafos.

Participou com diversos projetos nas Capitais Europeias e Nacionais da Cultura com propostas de criação na área do cinema/vídeo. Foi júri no Instituto do Cinema e Audiovisual (ICA) e Prêmio Jovens Criadores, bem como em vários festivais e concursos. Foi premiado múltiplas vezes e é doutorando e investigador em artes performativas e imagem em movimento na Universidade de Lisboa.

www.voarte.com


Como fazer da
Vídeo-Guerrilha um Videodança

#projetemos + Mozart Santos, Felipe Spencer, Raquel Diógenes e Celso Lembi
(São Paulo-SP)

23/06 (quarta-feira) – 10h30-12h – dia 1/2
24/06 (quinta-feira) – 10h30-12h – dia 2/2

inscrições aqui

vagas: 20 alunos

Organizando direitinho todo mundo projeta! O movimento dos corpos assim como as mensagens se espalha pelo espaço como uma espécie de dança em que as palavras-imagens coreografam novos porvires. Durante os dias da oficina os participantes passarão por um percurso formativo a partir das seguintes dinâmicas: formação de rede, trabalho coletivo, treinamento em tecnologias, experimentos de criação, passeio histórico visual, construção de repertório artístico, história da arte e política, criação de conteúdo, abordagens e mediação de temas escolhidos, desenvolvimento e revisão de conteúdo, ensaio de apresentação e apresentação.

FICHA TÉCNICA

Coordenadores: #projetemos + Mozart Santos, Felipe Spencer, Raquel Diógenes e Celso Lembi.

O “Projetemos Lab” é um conjunto de laboratórios práticos, com softwares livres, focados na democratização dos mecanismos de livre expressão via plataformas de: projeção; evento multicâmera e; transmissão ao vivo.

Participantes precisam ter: computador e ou dispositivo de formação de imagem em geral como celular, câmera fotográfica, filmadora, acesso à internet, aplicativo zoom e também o bons e velhos papel e caneta que dê para confeccionar um cartaz.


Performance Fugaku

Toshi Tanaka
(Japão)

21/06 (segunda-feira) – 18h-21h
inscrições aqui

vagas: 20 alunos

Tal como a ondulação do mar, o silêncio da floresta, o brilho das estrelas… podem fazer refletir sobre a vida, sentido próprio corpo, pode descobrir como viver.

Ao tocar novamente o corpo, pode permanecer nas profundezas das sensações que vêm. Uma sensação de longo alcance esquecida pode abrir uma nova porta.

Vamos realizar juntos esse processo.

FICHA TÉCNICA

Professor: Toshi Tanaka

Toshiyuki Tanaka, japonês nascido em Tokyo em 1960, artista performer fugaku, coordenador do projeto Jardim dos Ventos, vice presidente da Associação Brasileira de Nôgaku, professor de seitai-ho e do-ho licenciado no Instituto de Pesquisas de Educação Corporal em Tokyo e professor da Faculdade de Filosofia Comunicação Literatura e Artes na Puc de São Paulo com notório saber em performance.


Geração Dança
workshop de dança e movimento

OFICINA

CiM – Companhia de Dança
Ana Rita Barata & Mara Pacheco  

(Portugal)

19/06 (sábado) – 14h-15h

inscrições aqui

vagas: 20 alunos

Workshop de dança, movimento e expressão artística dirigidas a crianças e jovens. Através da improvisação como ferramenta, vamos explorar o movimento do corpo, acordar o corpo, o eu, e o espaço. Uma viagem de energia, com muitas cores e movimentos a descobrir, ultrapassando o ecrã e com isso voar ao infinito mais além dos limites.

Professoras:  Ana Rita Barata e Mara Pacheco (CiM – Companhia de Dança)

Publico alvo: crianças e jovens de 6 a 16 anos

SOBRE O GRUPO

CIM – COMPANHIA DE DANÇA Criada em 2007 pela VOARTE, tem vindo a promover uma abordagem pioneira da criação artística face à inclusão, através da dança e imagem. A CiM procura a diversidade de caminhos e um constante enriquecimento através de experiências, onde a multidisciplinaridade surge como impulso de novos métodos e respostas à produção e exploração artísticas.